A realidade obscura do Aborto

Adquirir uma consciência sobre o aborto em uma abordagem íntegra

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Começaremos a tratar o assunto com algumas simples questões: O que você acha que acontece com os números de abortos depois da prática ser legalizada? Aumentam ou diminuem? O que você acha que uma mulher, desesperada, que considera o aborto, faria – mesmo sem ainda ter certeza sobre a sua decisão – se ele fosse legalizado? Ou melhor, você “arriscaria sua vida’’ num aborto clandestino ou buscaria “segurança” numa clínica legalizada? A legalização – que dá carta branca do ato à mulher – incentivaria a prática ou não?

Sabe do por que – “arriscaria sua vida” e “segurança”- estão entre aspas? Porque muito se fala sobre o número estrondoso de mulheres que morrem ou sofrem sequelas dos abortos ilegais, mas a verdade é que muitos desses dados são manipulados! Isso mesmo, desde muito tempo! O mesmo também ocorre com o conceito de “segurança” da prática do aborto legal, como veremos mais a frente. Mas antes de mais nada, não ignoremos os dados, pois os números de aborto nos EUA antes da aprovação da lei, era de aproximadamente 100 mil abortos ilegais por ano. Já no primeiro ano após a legalização, em 1973, ele aumentou para 750 mil abortos legalizados. Esse escala então só continuou a aumentar, de forma que no ano de 1984 o índice atingiu a marca colossal de 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) abortos só nos Estados Unidos.

  • O Rei do Aborto e um segredo revelado

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O médico obstetra norte americano Dr. Bernard N. Nathanson, co-fundador da Liga Nacional pelos Direitos ao Aborto nos Estados Unidos, e na época diretor da maior clínica abortista do mundo, responsável por mais de 75 mil casos desse tipo (mais de 60 mil realizados por ele mesmo, incluindo um de seus filhos), advertiu sobre essas estatísticas falsas de morte de mulheres em conseqüência de abortos clandestinos. Ele afirma que no passado, participou das falsificações dessas estatísticas: “Fingíamos fazer enquetes mostrando que grande parte dos entrevistados era favorável à provocação do aborto e escolhemos uma vítima para atribuirmos a responsabilidade da não aprovação do aborto nos Estados Unidos: a Igreja Católica. Em 1968, ao organizarmos o movimento, fizemos um levantamento para saber quantas pessoas eram contra e quantas eram favoráveis ao aborto. O resultado foi: 1% era a favor – e 99% não aceitavam o aborto provocado. Pelas estatísticas verdadeiras sabíamos que, naquela época, menos de mil mulheres praticavam anualmente, o aborto clandestino. Mas este número era pequeno demais e não bastava para chamar a atenção dos desprevenidos. Então, multiplicamos este número por mil – e dizíamos que um milhão de casos aconteciam anualmente! O número de mortes motivadas por abortos clandestinos também era pequeno, não chegava a duzentos. Este número também não bastava para nossa propaganda; dizíamos, pois, que dez mil mulheres perdiam a vida por ano em processos abortivos, por falta de cuidados médicos.’’ Este não é um caso isolado pois de forma semelhante, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) por exemplo, confirma não existir nenhuma pesquisa sobre esse assunto no Brasil, apesar de muitas vezes serem divulgados falsos dados remetendo ao nome da organização.

Esse tipo de informação que raramente se revela a luz do dia, é no mínimo para se pensar! Não que essas mortes reveladas nas estatísticas não tenham valor, mesmo que os dados revelem números insignificantes e nada humanizados… mas nos mostra que o interesse buscado neste episódio e ainda hoje em toda rede de aborto do mundo, era e é obviamente, o de vender aborto, lucrar! Nunca foi o de lutar pelos direitos das mulheres, ou cuidar de sua saúde… O médico também conta em seu famoso filme “O Grito Silencioso”, que em 1949 quando ele começava a cursar medicina, não havia ultra sonografia e todo o entendimento fetal que a ciência e médicos tinham para determinar o momento em que o feto adquiria vida própria dentro do útero eram muito subjetivos, não havia instrumentos e meios suficientes para provar e determinar o assunto com precisão. Porém, para ele tudo mudou à partir do momento em que, para impressionar as futuras clientes, resolveu filmar um aborto através de uma ultra-sonografia. Com este material ele poderia esclarecer aos que relutavam em aderir à matança de crianças, os seguintes aspectos: rapidez, eficiência e segurança com que conseguiam retirar um feto do útero, assim como exibir a alta tecnologia empregada. O filme – que recebeu o nome “O Grito silencioso” – mostraria o interior do útero e os meios usados para destroçar e sugar a criança de dentro dele.

Mas a filmagem funcionou ao contrário, porque ele próprio, o médico, ficou impressionado com o que viu e, a partir deste filme, se posicionou contrário ao aborto. E passou a exibir a filmagem tentando assim, convencer as mulheres a não praticá-lo.

  • O filme e uma carta

Para melhor comentar sobre o filme, eis aqui o depoimento da famosa carta (publicada no jornal “O Clarim” de Buenos Aires – Argentina), de Graciela Fernándes Raineri:

”Vi o filme “O Grito silencioso” apresentado pelo Dr. Nathanson, famoso médico ex-abortista norte americano.

Ele mostra, mediante uma ecografia realizada na mãe, no momento do aborto, o que sucede com o bebê que – agora se sabe – já reflete as características humanas: sente medo, sente dor e tem apego à vida.

Ao ver o filme, acreditei ser meu dever divulgá-lo, pois o mundo tem obrigação de saber o que realmente sucede num aborto provocado.

O filme começa mostrando o bebê antes da operação abortiva. Neste caso verídico, o bebê estava com 12 semanas – menos de três meses de vida.

Ele tinha movimentos calmos, mexia-se lentamente, colocava de vez em quando o polegar na boca. Parecia bem à vontade no ambiente tranquilo, na segurança do útero materno.

Quando o abortista introduz o primeiro elemento metálico procurando romper a bolsa amniótica, a criança perde seu estado de tranquilidade. Os aparelhos registram aceleramento das suas batidas cardíacas e, em movimentos nervosos e perfeitamente conscientes, o pequeno ser muda de lugar, desviando-se do instrumento cirúrgico.

A bolsa é rompida e é introduzido um outro aparelho, espécie de aspirador. Neste estágio, nenhum instrumento tocou ainda o bebê, no entanto, ele pressente que algo anormal e terrível está para lhe acontecer porque agora, muda de lugar num ritmo enlouquecido para os lados e para cima em busca de segurança, no desejo de fugir do aparelho e livrar-se de sua ação.

Quando o metal está quase para tocá-lo, a criança encolhe todo o corpinho e sua boca se abre desmesuradamente, como se quisesse gritar.
O instrumento de aspiração alcança seus pezinhos e os arranca.

Arranca os pezinhos, mas a criança ainda está viva! Ela se debate, mas seus pedaços vão sendo destroçados, puxados, arrancados, sugados em grande velocidade.

Em menos de um minuto resta apenas a cabeça, que não passa pelo aparelho. Um outro instrumento parecido a uma pinça gigante é introduzido. A cabecinha é presa, triturada, transformada em pedaços e também retirada.

São os últimos resquícios daquele que, pouco antes era um ser humano tranquilo e depois, amedrontado, horrorizado, mesmo em desigualdade de condições fez o impossível para não morrer e, no último momento, abriu a boca ao máximo, num grito, com o objetivo talvez, de pedir auxílio…

A quem???

Eu, pessoa humana, que posso gritar e expressar minha vontade, empresto hoje minha voz a todos estes pequeninos que, ao serem mortos quiseram gritar, implorar pela vida, abrindo a boca, porém… Ainda não tinham voz!

Em nome de todos estes inocentes, eu peço a quem de direito que projete este filme em todas as escolas, nos colégios, nas universidades, para todas as mulheres e homens, a fim de que se faça conhecer o que realmente acontece num aborto provocado e dar a conhecer o direito à vida de uma criança.”

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“Como pode o direito de matar outro Ser Humano ser um direito?”

Antes porém de continuar a tratar sobre os métodos de aborto, gostaria de enfatizar, que muitas das mulheres que passam por esse processo legalizado ou não, na maioria das vezes não faz idéia de como tudo acontece ou conhece muito pouco sobre o assunto. Muitas delas inclusive recebem anestesia geral para que não sintam as dores físicas da cirurgia e não precisem estar cientes dos processos técnicos. São também tratadas com muita atenção e frequentemente incentivadas pela equipe médica a manterem a decisão quando indecisas (além de em muitos casos haver uma forte pressão dos pais e/ou companheiro e até amigas para optarem pelo aborto). Os resultados de tais procedimentos, serão abordados mais a frente.

  • Descrição resumida de outros métodos de aborto (Atenção, conteúdo forte)

A carta descrita acima, esclarece apenas um dos métodos de aborto, que por sinal é realizado em um estágio da gravidez que não é considerado avançado, mas há ainda técnicas mais brutais e impressionantes (para não dizer cruéis e terríveis) quando a gestação está mais desenvolvida, citarei resumidamente apenas algumas delas para não prolongar o texto ainda mais:

*Dilatação e Evacuação: Dilaceração do corpo do bebê através de torções de seus membros. Técnica feita com a criança ainda viva dentro do útero;

*Injeção Salina: Soluções de cloreto de sódio de 20% são injetadas no liquido amniótico que causam a desidratação, intoxicação e hemorragia cerebral do bebê enquanto queimado vivo.  Durante o processo a criança agoniza por aproximadamente 12 horas e ainda assim, após a sua retirada do útero pode continuar viva e ser abandonada até a morte;

*Dilatação e Extração ou Nascimento Parcial: O colo do útero é dilatado. O fórceps extrai o bebê vivo pelos pés até que todo o seu corpo esteja exposto e sua cabeça continue dentro do colo do útero. Uma tesoura é manuseada pelo médico e então usada para perfurar o crânio do bebê. Através de um aspirador hospitalar o abortista recolhe por sucção o conteúdo cerebral do bebê (proibido nos EUA);

*Histerotomia: O útero é alcançado por uma incisão cirúrgica na parede abdominal, de forma semelhante a uma cesariana. No entanto, o cordão umbilical é cortado enquanto o bebê ainda está no útero, cortando seu suprimento de oxigênio e causando asfixia. Às vezes, porém, o bebê é retirado vivo e abandonado para morrer.

  • A pílula

Mas mesmo depois desses argumentos, há ainda aqueles que dizem: “Mas o aborto não precisa ser realizado nessas condições! Se ocorrer um estupro por exemplo, a mulher irá tomar pílulas abortivas e não precisará passar por todo esse processo traumático!” A verdade é que não podemos tratar um assunto dessa complexidade de forma tão simplista! Sabemos que nem toda a mulher que decide abortar se encontra nos primeiros estágios da gravidez, ou melhor, nos primeiros dias ou primeiras semanas. Porque se fosse o caso, não seria necessário abrir clínica abortiva em lugar nenhum! Apenas uma consulta médica ou uma ida a farmácia resolveria o “problema”. Porém, entendamos que mesmo através do uso de pílulas abortivas, o corpo da mulher passa por um processo de expulsão do embrião que acontece de forma semelhante ao ato de dar à luz, porém em escala muito menor de força e intensidade. Isso também é um prova física gritante de que o corpo sabe que carrega dentro de si, vida e de forma semelhante trabalha para fazer a demanda, porém expele apenas os restos mortais do que foi um dia, semente de vida. Entendamos também que não se pode qualificar o valor da vida humana por tabela. Quero dizer que não é possível “etiquetar” o valor de um ser humano porque o mesmo se encontra em desenvolvimento.  Seria quase o mesmo que dizer: “Todos os bebês que engatinham, não devem ser considerados seres humanos completos porque não se portam como tais, não andam sob duas pernas, não raciocinam como adultos e não entendem o sofrimento do mundo”. A ciência define vida logo na concepção, isto é, no encontro dos gametas femininos e masculinos em QUAISQUER DAS ESPÉCIES DE VIDA ao redor do planeta. O embrião é um SER HUMANO COMPLETO EM FASE DE CRESCIMENTO tanto quanto um bebê, uma criança e um adolescente. Os dois únicos elementos que irão permitir que seu incrível organismo complexo se traduza em criatura palpável e visível, permitindo-o se tornar ser pensante – como eu e vc – (para que ele possa agir por conta própria, assim também como eu e você), são os fatores tempo e disposição energética (alimento), sem ambos, eles, eu – e você também – não sobreviveremos, provando que somos todos igualmente “VIDA”, com capacidades semelhantes (somente distantes no fator espaço/tempo), capacidades essas que serão permitidas a todos nós somente pelos fatores tempo e nutrição. A ciência classifica a primeira semana de gestação como “O Início do Desenvolvimento Humano” = Desenvolvimento Humano = Humano se desenvolvendo = Humano = Vida.

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Agora, vejamos, que o aborto é uma falsa solução temporal, que mascara um problema social e emocional; mas prova-se ainda mais crítico, pois fere aquele que não quer ser ferido, podendo trazer muitos riscos de ordem física e psicológica para a mulher, talvez, até como um alerta para nós, seres racionais, de que o corpo “fala” e reage de acordo com o cuidado que lhe atribuímos.

**Riscos do aborto**

  • Complicações médicas:

*Sangramento intenso

*Infecção

*Aborto incompleto

*Septicemia (presença de bactérias no sangue (bacteremia) que é associada a doença grave)

*Sedação

*Cicatriz no revestimento do útero (que pode levar a causas de infertilidade em tentativas gestacionais futuras, assim também como as demais causas listadas abaixo)

*Danos ao colo do útero

*Perfuração uterina

*Danos aos órgãos internos

*Doença Inflamatória Pélvica

*Endometriose

*Morte

  • Complicações Emocionais

*Desordens Alimentares

*Dificuldades de relacionamentos

*Culpa

*Depressão

*Flashbacks do aborto

*Pensamentos Suicídas

*Disfunção Sexual

*Abuso de álcool e drogas

  • Maiores riscos posteriormente:

*Câncer de Mama

*Câncer no colo do útero, ovário e fígado

*Placenta prévia (ocorre quando a placenta se insere anormalmente no útero – mais inferiormente que o normal)

*Gravidez ectópica (que ocorre fora do Útero)

  • Fatos e Filosofia

Estes dados nos mostram que além de possíveis problemas emocionais e culpa, as mulheres estarão colocando suas saúdes físicas em risco, as relações humanas, a felicidade e ainda plantarão a dúvida aterradora de como seria a experiência da maternidade, como se pareceria seu filho e que tipo de relação e experiência se vivenciaria nesta nova etapa da vida.

Outro ponto importante para ser estabelecido é o conhecimento do processo da legalização do aborto nos EUA, pois trata-se de uma das maiores farsas da história recente do país. Instruída e manipulada por advogados e financiada por uma revista (a Playboy – um “exemplo” de busca por boas causas), Norma L. McCorvey (“Jane Roe”) alegou ter sido estuprada para obter o direito ao aborto legal. Seu filho nasceu antes do término do processo e foi dado para a adoção. Porém, era tudo guerra de interesses. Mais tarde, afirmando ter cometido o maior erro de sua vida, ela confessou: não tinha sido estuprada coisa nenhuma; era só a personagem de uma causa. Causas baseadas em mentiras não podem ter intenções nobres!

Mas para piorar o que já é detestável, o aborto não só acaba com uma vida inocente como é também fonte de renda para o crime organizado, que já há alguns anos tomaram conta das clínicas abortistas nos EUA, portanto o aborto, não somente tira uma, como destrói muitas outras vidas por tabela. O útero, santuário fetal – agora tantos vazios – é violado por conta de uma consistente conspiração de silêncio por parte de todos os que sustentam a matança legalizada e mantendo assim a mulher no escuro.  Eu duvido, que os números astronômicos da prática do aborto, não diminuiriam, se toda mulher e respectivos parceiros, antes de tomarem a decisão trágica de encomenda de morte ao filho (e tormento pessoal infindável), recebesse todo o esclarecimento que envolve o assunto ou assistisse ao tal – tão falado nesse texto –  filme “O Grito Silencioso”.

Por fim, não se pode querer legalizar o aborto diante de uma população que tem pouco conhecimento real das suas complicações, sobre suas alternativas e principalmente da dor causada em um número sem fim de mulheres que passaram por essa experiência devastadora, onde milhares, provável até que milhões, dizem “arrependerem-se profundamente”, de terem cometido “o maior erro da minha vida”, ou mesmo que “depois do aborto, você só continua vivendo!”. Muitas procuram ajuda em terapias e suportes psicológicos pós aborto. Triste não é? Devastador, sem dúvidas!  Se você, ainda precisa de mais razões que sustentem o fato de que o aborto é algo terrível, que afeta as famílias e toda uma sociedade, pesquise por conta própria, leia os milhares de depoimentos de mulheres feridas pelo aborto. Você por certo também vai encontrar muitas mulheres que dizem que tomaram a decisão certa, mas percebe-se entre linhas que elas sentem-se vazias e tristes por não terem mudado de idéia a tempo, também encontrarão uma nova espécie de mulher alternativa, da qual sente-se extremamente aliviada e feliz por ter se livrado de um problema e de um “amontoado de células”, como dizem, mas eu, depois de ler mais de 60 longuíssimos depoimentos, encontrei apenas algo em torno de 5% desse tipo. Acredito que você concluíra, assim como eu e também muitas ex-feminitas: “O aborto machuca as mulheres”. Procure e descubra!

  • Experiências de aborto

Na revista “Veja” de 1997, com o titulo “Nós fizemos aborto”, muitas famosas resolveram contar suas experiências de aborto. Aqui uma pincelada da matéria:

“Elas resolveram falar… Falaram de angústia, de culpa, de dor e de solidão. Não foi fácil. As mulheres não costumam falar sobre o assunto porque, além de ilegal, o aborto evoca pesadelos da vida real, compartilhados apenas com pessoas mais íntimas. Ninguém faz um aborto de alma leve, nem o relembra com tranquilidade. Os dezoito fotógrafos e vinte repórteres mobilizados para esta apuração mergulharam em tormentos pessoais e traumas.” Ao todo, foram oitenta mulheres que, corajosamente, contaram o que sofreram.

De Cássia Kiss: “-As pessoas precisam saber que, provocar o aborto, em qualquer circunstância, é crime.” Ela conta que praticou um aborto e que, quando fez a novela “Pantanal” no papel de Maria Marruá, há uma cena em que dá à luz uma menina. E confessa: “-Fiquei emocionadíssima durante a gravação desta cena. Logo depois chorei copiosamente, durante quase uma hora. Foi um momento divino. Comecei aí a descobrir o valor da maternidade, a importância de ter um filho.”.

Disse ainda que, na vida particular, depois de casada e disposta a ter um filho, engravidou – mas que foi surpreendida por um aborto espontâneo, no terceiro mês de gravidez. E completa: “-Recebi o fato como um castigo de Deus. Resolvi que iria tentar quantas vezes fossem necessárias. Hoje, eu me recusaria a fazer qualquer exame, pois, mesmo que ficasse comprovado que o bebê tivesse algum problema, ainda assim eu levaria a gravidez adiante.”

Em programa da TV Cultura, dois meses depois, Cássia Kiss disse estar arrependida por ter abortado e que hoje, mesmo que fosse vítima de estupro e engravidasse, mesmo assim não abortaria outra vez.

Sobre Hebe Camargo, a revista assim se expressa: “Aquela senhora se portou durante a entrevista de maneira bem diferente da que aparece na televisão. Deixou de ser tão segura de si e ficou com os olhos cheios de lágrimas; parecia uma menina frágil de dezoito anos.”.

A jornalista Elizabeth Santana revelou que “durante anos, guardou o dia 25 de setembro, data do aborto, enlutada pelo filho que não quis ter.”.

Elba Ramalho realizou há 24 anos, um aborto e diz: “-Tem hora que me lembro e acho que agi de modo correto, porque não havia outra saída. Mas depois penso de novo e fico na dúvida: Será que agi certo mesmo? Se ficasse grávida outra vez, não faria o aborto, mesmo que não desejasse o filho”.

Ainda na mesma revista:

De Dom Rafael: “-Nenhuma mulher que induz o aborto consegue referir-se ao fato com a naturalidade de quem foi lixar as unhas no salão.”.

A revista conta que entrevistou mulheres que admitiram ter cometido o aborto, mas que não conseguem conviver com o fato: “Não importa que não estivessem em condições de criar a criança; não importa que depois tiveram outros filhos saudáveis; em muitos casos só sobrou alguma coisa amarga, uma tristeza, uma culpa.

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“Eis porque o aborto é um pecado tão grave. Não somente se mata a vida, mas nos colocamos mais alto do que Deus; os homens decidem quem deve viver e quem deve morrer.” Madre Teresa

  • A solução

Segundo Zilda Arns, médica pediatra e sanitarista (respeitadíssima internacionalmente por sua organização social – fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa) o aborto tem eficácia momentâneo e incompleta porque apontaria o fracasso da sociedade nas áreas da saúde, da educação e da cidadania.  Ela tem a convicção de que medidas educativas e preventivas são as únicas soluções para o problema das gestações não desejadas. Falando sobre o estupro, ela diz: “Não se pode consertar um crime com outro ainda maior, tirando a vida de um ser humano indefeso. É preciso investir na educação de qualidade, nas famílias e nas escolas.

A gravidez, pode vir em hora errada, em situações complicadíssimas, com mentiras, traições, falta de dinheiro, falta de apoio do companheiro, família, amigos e quaisquer outros tipos de relações e interações sociais difíceis, mas, chances são de que, se você aceitar enfrentar mais esse desafio, assim como tantos outros que recebemos – e não podemos escolher apagá-los do mapa porque não estamos preparados – você será uma pessoa mais segura, mais cheia de amor e realizações. E chances são de que você morra de amores por esse ser humano vindo de forma tão turbulenta. Caso isso não seja possível, reconsidere, pense com carinho, e coloque-o para adoção, pois existem um número infinito de casais que poderiam cuidar desse ser inocente e dar-lhe amor e respeito sem limites. Sendo assim, você ainda será a fonte que proporcionou amor para outras pessoas.

Cada ser humano ao tomar suas decisões pessoais, afeta de modo incalculável o curso de uma sociedade, que pode se tornar mais justa e íntegra ou mais fraca e decaída. Quando escolhemos colocar nossa família em primeiro lugar, como nosso maior tesouro e digna de receber todo o nosso cuidado, a sociedade como um todo se beneficia dos seres humanos de bem que a mesma perpetua. A Família é a célula da sociedade, a razão mais forte para o desenvolvimento humano, fonte de alegria e paz, que se nutrida com amor e princípios bons, distribuindo aos membros tempo e dedicação, provocará indiscutivelmente uma sociedade mais pacifica e feliz. O amor, é o sentimento mais nobre e forte da humanidade. Descubra-o!

Escolha a vida, escolha o seu lado mais absoluto. Escolha o amor.

“O aborto é um roubo… Nem pode haver roubo maior. Porque ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito.” (Mario Quintana) 

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