Dízimo, pagar do bruto ou líquido?

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Esta é uma pergunta que todos já fizemos. Alguns vão responder veemente que sua maneira está correta. Já assistimos aulas e discursos de Bispos, Presidentes de Estaca e até de autoridades como Setentas,  declarando de qual parcela devemos deduzir o dízimo,  mas o que será que a igreja afirma?

Tenho visto que há pouco material, em português, abordando claramente este assunto. No Manual 1 temos a definição de dízimo (14.4.1 Dízimo, Manual 1, p.137 veja), mas são poucos os membros que tem acesso a este.

Dízimo, Início da Igreja

Como parte da restauração do evangelho nos últimos dias, a lei do dízimo foi restabelecida. Joseph Smith e Oliver Cowdery iniciou a aplicação do princípio em 1834, quando eles prometeram um décimo de tudo ao Senhor (HC 2:174-75). Em 1838, o Profeta inquiriu sobre o dízimo para a Igreja (HC 03:44) e recebeu a lei, agora publicado como Seção 119 de Doutrina e Convênios.

Nas primeiras décadas da Igreja muitos membros foram lentos em obedecer o princípio e a prática do dízimo, os líderes continuava a afirmar o carácter obrigatório do mandamento. Em janeiro 1845 o Quórum dos Doze Apóstolos, sob a direção do Presidente Brigham Young, emitiu uma carta lembrando os santos de seu dever de pagar o dízimo (HC 7: 358). Em 1881, a obediência à lei do dízimo tornou-se uma exigência para frequentar o templo (JD 22: 207-208).

Hoje em dia os líderes continuam ensinando os membros a importância de tal mandamentos.

New Era

Devo pagar o Dízimo do bruto, antes de recolher impostos ou do líquido, depois de recolher impostos?

A Primeira Presidência respondeu a esta pergunta desta forma: “A declaração mais simples que conhecemos é a do próprio Senhor, ou seja, que os membros da Igreja devem pagar ‘a décima parte de toda a sua renda anual’, que entendemos, de seus rendimentos. Ninguém tem o direito de fazer qualquer outra declaração diferente dessa” (Carta da Primeira Presidência, 19 de março de 1970).

Em outras palavras, a maneira como você define o seu rendimento, e consequentemente, o seu dízimo, é uma questão entre você e o Senhor. Em oração, busque a orientação do Senhor em questões como impostos, presentes, bolsas e outros assuntos para determinar o que qualifica como um dízimo integral.

(Resposta publicada na revista New Era, Do I pay tithing on my income before taxes are taken out or on what I receive after taxes?  Edição de fevereiro de 2008, disponível somente em inglês, p.27, veja)

Ensign

Minha esposa e eu queremos obedecer plenamente o mandamento do Senhor de pagar o dízimo, mas estamos confusos quanto a qual cifra devemos basear o nosso dízimo. Você pode nos ajudar?

Bispo Victor L. Brown, Bispo Presidente da Igreja:

Uma vez que aprendemos no Livro de Mórmon que Abraão pagou o dízimo a Melquisedeque, sabemos que a lei do dízimo foi vivida nos tempos antigos. Esta lei foi restabelecida na Igreja nesta dispensação através de uma revelação ao Profeta Joseph Smith em Far West, Missouri, em 18 de Julho de 1838, conforme registrado em Doutrina e Convênios, seção 119:

(3) E esse será o início do dízimo de meu povo. (4) E depois disso, os que assim tiverem pagado o dízimo pagarão a décima parte de toda a sua renda anual; e isto será uma lei permanente para eles, para meu santo sacerdócio, diz o Senhor. (D&C 119:3-4)

Em 19 de Março de 1970, a Primeira Presidência enviou a seguinte carta aos presidentes de estacas e missões, bispos de alas e presidentes de ramos em resposta à pergunta:

“O que é um dízimo adequado?”

Para sua orientação nesta questão, aconselhamos que seja uniformizado como resposta a declaração mais simples que conhecemos, que é a declaração do próprio Senhor: que os membros da Igreja devem pagar a décima parte de toda a sua renda anual, que entendemos, de seus rendimentos. Ninguém tem o direito de fazer qualquer outra declaração diferente dessa. Nós sentimos que todos os membros da Igreja devem ter o direito de fazer sua própria decisão sobre o que ele acha que deve ao Senhor, e para fazer o pagamento em conformidade.

No final de cada ano, os membro da Igreja tem a responsabilidade de comparecer ao acerto do dízimo com seu bispo. Neste momento, cada membro tem a oportunidade de declarar se ele é um dizimista integral, parcial, ou não dizimista. O pagamento do dízimo é uma questão entre o indivíduo e o Senhor. O bispo é meramente um servo do Senhor que recebe e contabiliza a contribuição.

O Senhor prometeu que Ele vai abrir as janelas do céu para aqueles que pagam seus dízimos e ofertas. Lemos em Malaquias:

(8) Roubará o homem a Deus? Porque vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. (9) Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a mim, sim, toda a nação. (10) Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, até que não haja mais lugar para a recolherdes. (Mal. 3: 8-10.).

Quando o membro é completamente honesto com o Senhor, um sentimento de paz e tranquilidade permeia seu coração e ele sabe que é um dizimista integral.

Pague seu dízimo sobre a base que deseja ser abençoado.

(Resposta publicada na revista Ensign, I Have a Question, Edição de Abril de 1974, disponível somente em inglês)

Carta da Primeira Presidência (19 de Março de 1970)

O que é um dízimo adequado?

Primeira Presidência

19 de Março de 1970.

Para: Presidentes de Estaca, Missão e Distrito; Bispos e Presidentes de Ramo.

Queridos irmãos:

Temos recebido no escritório da Primeira Presidência ao longo do tempo questionamentos de líderes e membros da Igreja pedindo informações sobre o que é considerado um dízimo adequado.

Para sua orientação nesta questão, aconselhamos que seja uniformizado como resposta a declaração mais simples que conhecemos é que a declaração do próprio Senhor que os membros da Igreja devem pagar a décima parte de toda a sua renda anual, que entendemos, de seus rendimentos. Ninguém tem o direito de fazer qualquer outra declaração diferente dessa.

Nós sentimos que todos os membros da Igreja devem ter o direito de fazer sua própria decisão sobre o que ele acha que deve ao Senhor, e para fazer o pagamento em conformidade.

Joseph Fielding Smith,
Harold B. Lee,
N. Eldon Tanner

(Carta da Primeira Presidência, em 19 de Março de 1970)

Este é o trecho mais completo que encontrei desta carta, formatei ao modelo que estamos acostumados porém o texto é uma tradução direta. Mas percebe-se que no Manual 1 não inclui a ação que todo o membro deve ter para decidir o entendimento de como pagar o dízimo: “Nós sentimos que todos os membros da Igreja devem ter o direito de fazer sua própria decisão sobre o que ele acha que deve ao Senhor, e para fazer o pagamento em conformidade.”

Outras fontes que fazem referência a carta de 1970

Conclusão

É dado a cada membro por meio de oração decidir e interpretar esta declaração (da Primeira Presidência, Carta de 19 de março de 1970). Nenhum membro ou líder está autorizado ensinar se o dízimo é do bruto ou líquido.

Todos os anos, os membros da Igreja se reúnem com o bispo para declarar o sua condição de dizimista. Não se deve perguntar sobre o entendimento e interpretação (pagar do bruto ou líquido), essa questão é entre o membro e o Senhor.

Qualquer um que afirme o contrário cabe suportar o fardo da prova, e deve ser necessária para produzir uma declaração que difere da declaração de 1970, da Primeira Presidência, declaração esta em que os líderes têm repetidamente recorrido desde então. Isto inclui o Manual mais recente da Igreja (2010).

 

FONTES:
New Era | Edição de Fevereiro de 2008 ou Download PDF
Do I pay tithing on my income before taxes are taken out or on what I receive after taxes?
Ensign | I Have a Question, Edição de Abril de 1974 
Fair Mormon | Question: Can one pay tithing on only net or surplus income?
BYU Idaho | Tithing Pay on What
BYU | Tithing

Este artigo é predominante de traduções de respostas retiradas do site LDS.org em inglês.

SUDBR © 2017. A visão exposta no artigo representa a opinião do autor e não necessariamente a posição da Igreja. Este website não é afiliado ou propriedade de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Para a posição oficial da igreja acesse LDS.org site oficial; Veja também os links no artigo.


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40 Resultados

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  1. Fábio Haab disse:

    Gostaria de acrescentar mais conteúdo ao excelente site. Está explicado no cap. 35 do manual “Princípios do Evangelho” que as pessoas obedecem aos mandamentos por um dos três motivos: 1. medo do castigo; 2. esperando recompensa; 3. por amor ao Pai Celestial. Creio que a lei do dízimo, assim como todos os mandamentos, deva ser obedecida pelo 3º motivo, porque assim seremos mais felizes. O importante é ser amigos, ter um bom relacionamento com o Pai Celestial, que vai nos dar paz e conforto nos momentos de decisão.

  2. João Leonardo Sehn disse:

    Certa vez, em uma reunião de treinamento de Presidentes de Estaca, foi perguntado ao Elder Bednar com relação aos meses de pagamento do dízimo para ser considerado digno de uma recomendação do Templo. O Elder Bednar respondeu perguntando ao Presidente da Estaca o que ele achava correto. Então o Presidente respondeu: “Pelo menos seis meses!”. O ELder Bednar então exclamou “Está certo!”. Quando que um outro Presidente de Estaca levantou-se e indagou-o: “Na minha opinião deveriam ser pelo menos doze meses.”. O Elder Bednar exclamou novamente “Está certo!”. Naquele momento, todos entenderam que o Presidente de Estaca tem as chaves para julgar e definir as coisas que ‘não estão escritas’. Da mesma forma é com o pagamento do bruto ou do líquido. Quando o Bispo ou o Presidente de Estaca falam, devemos concordar e fazer.

    • Quando não está escrito e nenhuma liderança maior se manifestou faz sentindo, o que não é o caso aqui. Pois o Presidente Joseph Fielding Smith se manifestou quanto ao assunto, assim o manto do Presidente de estaca não está acima do presidente da igreja.

      Mas sobre o tempo para pagar dizimo para ter uma recomendação, gostaria de fazer uma observação. Para ser digno de recomendação, quanto ao dízimo, é necessário ser dizimista integral. Gostaria de trazer uma hipótese: Um irmão começa a pagar seu dizimo naquele ano no mês de junho assim em novembro, passado os 6 meses, o líder o concede uma recomendação para o templo. Chegando em dezembro no acerto anual com o bispo o membro diz que não tem como acertar os meses de janeiro a maio, sendo assim é considerado dizimista parcial. Como então um dizimista parcial tem recomendação para o templo? Há uma falha nos 6 meses, pois permite pessoas que não são dizimista integral entrarem no templo, no caso mais grave, poderá ter um membro com investidura que nunca foi dizimista integral.

      É verdade que não há nenhum posicionamento quanto ao tempo para receber uma recomendação. Mas os lideres precisam de bom senso quanto a isso.

  3. Patricia Godoy disse:

    Muito bom o artigo! O fato destas afirmações não terem sido refutadas ou substituídas significam que estas são as palavras do Senhor que prevalecem até hoje. Não acredito em revelações pessoais para a Igreja, líderes locais não podem divulgar suas próprias interpretações como doutrina. Afinal de contas o propósito contábil do dízimo é entre o Senhor e o membro senão faríamos o acerto anual do dízimo levando nosso imposto de renda.

  4. Fabio disse:

    No início da restauração da igreja os membros pagavam o dízimo depois de tirarem o suficiente para seu sustento e outras coisas básicas, do que sobrava eles tiram 10%. O dízimo nunca tinha sido uma farda pesada e os membros pagavam regulamente, somente depois que mudaram para 10% bruto e mudaram para forma monetária que muitos membros da época pararam de pagar o dízimo o que levou muitos líderes da época a exortarem constantemente os membros a pagarem dízimo.

  5. Marcelo disse:

    Robert a primeira Presidência não paga dizimo ?
    Creio ter lido algo assim ou entendi errado em seu texto ?

    • Robert disse:

      @Marcelo: Exato a lideranca geral da igreja nao pagam dizimo, isso mesmo, eles sao isentos e os sao desde a morte de Joseph Smith. Outro mito que muitos membros acreditam e que eles vivem a lei da consagracao mas a lei da consagracao tambem foi abandona logo apos a morte de Joseph Smith, alguns anos mais tarde Brigham Young tentou implementar a lei da consagracao ou a lei da ordem unida nos meados de 1850 porem em 1857 a igreja decidiu abandonar essa pratica e optaram em implementar novamente a lei do dizimo. A lei do dizimo ja havia sido modificada duas vezes apos a morte de Joseph Smith e uma das mudancas foi exatamente a isencao de lideres gerais pagarem o dizimo. O Mormon leaks recentemente vazou informacao de quanto os Apostolos e lideres gerais recebem anualmente em salarios, valor estimado no cambio de hoje em 330 mil reais, sem contar os inumeros beneficios que eles recebem como automoveis pagos pela igreja, imoveis, bolsas de estudos para filhos e netos entre outros beneficios. No Livro de Mormon somos ensinados que pessoas se tornam populares e que recebem dinheiro para ensinar o evangelho estao praticando “artimanhas sacerdotais” O Livro de Mormon tambem ensina que os lideres eclesiasticos nao deveriam depender da igreja para seu sustento mas que deveriam trabalhar com suas proprias maos, em ambito local isso nao acontece, todos sao voluntarios e por isso continuamos sendo abencoados, mas no topo da igreja todos sao muito bem remunerados.

      • O Melhor entendimento é que os apóstolos vivem de forma semelhante a outros membros que servem de forma integral na igreja. Como por exemplo os missionários, os quais não pagam dízimo da ajuda de custo que recebem da igreja, não vou entrar no mérito de como se forma o fundo missionário. Porém Presidentes de Missão e Templo vivem de forma que também não dizimam o valor dessa ajuda de custo. Sendo assim seria um tanto critico demais dizer que essa ajuda é uma remuneração, pois alguns possuem não teriam condições de servir em tais chamados sem tal ajuda de custo.

  6. Robert disse:

    Para entender melhor a lei do dizimo e preciso conhecer a historia da igreja com relacao ao dizimo e ir direto a fonte nas escrituras. A maneira que a igreja atual ensina a lei do dizimo esta completamente errada e nao passa de um abuso da lei dadao por Deus. Vamos ao assunto.
    Na igreja a lei do dizimo so foi estabelecida primeiro em 1836 pelo bispo Partridge e na epoca foi decretada como 2%, esse dinheiro era usado para manter as operacoes da igreja e embora funcinasse por um tempo o Senhor ainda nao havia se manifestado sobre o dizimo e o Elder Partridge nao era o Profeta. Foi somente depois de 8 anos de a igreja ter sido restaurada e ja com quase 15 mil membros que o dizimo precisou ser estabelecido corretamente, primeiro Joseph Smith e Sidney Rigdon foram ate o conselho da igreja pedir um salario para eles poderem continuar ajudando no estabelecimento dos membros vindo da Europa mas como ambos pediram um salario alto na epoca o conselho rejeitou o pedido do Profeta e em lugar de salario deu a eles algumas terras para que eles pudessem usar para plantacao. Foi somente em 1838 que Joseph Smith decidiu levar o assunto ao Senhor e como resultado temos a revelacao dada pelo Senhor que se encontra em D&C 119. Joseph Smith tambem traduziu Genesis sobre o dizimo ver Traducao de Joseph Smith Genesis 14:39. Com essas revelacoes dada o dizimo comecou a ser obedecido pelos membros da epoca da forma ordenada pelo Senhor da seguinte maneira: Os membros pagavam 10% de seu acrescimo, da forma entendida e seguida pelos membros na epoca da restauracao era que eles tiravam de sua renda anual aquilo que precisavam para o seu sustento e o de sua familia e o restante era tirado 10% para o dizimo, isso esta de acordo com a traducao de JS em Genessis pois a escritura diz que Abraao pagou dizimo de 10% daquilo que ele nao necessitava:

    9 Pelo que Abrão lhe pagou dízimos de tudo o que tinha, de todas as riquezas que possuía, QUE DEUS LHE DERA A MAIS DO QUE AQUILO DE QUE NECESSITAVA. Fica evidente que Abraao pagou dizimo de seus bens excedentes e nao de sua renda bruta ou de todo seu patrimonio. Agora se voltarmos a revelacao dada a Joseph Smith em D&C 119 fica evidente que o Senhor esperava que aqueles que tinham bens excedentes era para dar tais bens que nao tinham necessidades para a igreja e a partir dai pagar 10% do seu acrescimo anual, ou seja se um membro plantava feijao ele deveria tirar tudo que precisasse para sua familia e do restante ele deveria tirar 10% e pagar o dizimo. Logo apos a morte de Joseph Smith o cosnelho da igreja decidiram alterar a lei do dizimo embora o Senhor ter deixado claro que tal lei deveria ser permanente, certamente os lideres nao entenderam o significado de “permanente” Mas como o Profeta ja tinha morrido mesmo eles nao hesitaram em mudar a lei, e se isso nao bastasse 6 meses mais tarde eles decidiram votar unanimente em isentar los de pagarem o dizimo e isso tudo sem terem recebido qualquer revelacao, ou seja eles alteram a lei que havia sido dada e decretada inalteravel e permanente sem nenhuma autorizacao de Deus! Bom
    essa tradicao continua ate hoje e o pior que hoje a igreja barra membros de entrarem no templo por causa do dizimo algo que nunca aconteceu nos dias de Joseph Smith, a igreja usa o dinheiro do dizimo para investir na Babilonia, construir shoppings de luxo; hoteis; reservas de caca e outros investimentos mundanos. Outro abuso da lei do dizimo e o fato de a igreja esperar que viuvas e pobres destitutos de quase tudo tambem paguem dizimos quando o Senhor deixou claro em D&C que o dizimo era para aqueles que tivessem condicoes ou bens excessivos.
    Um grande erro e de certa forma um mito dentro da igreja atual e que muitos lideres usam Malaquias para justificar esse abuso, criando na mente dos membros um senso de culpa que se caso nao paguem o dizimo eles estejam “roubando o Senhor” mas o que a igreja esquece ou omite de ensinar e que o livro de Malaquias inteiro o Senhor nao esta se referindo aos membros da igreja e sim aos corruptos lideres da epoca que estavam roubando o dizimo e usando o dizimo para seu prorprio beneficio, qualquer um que quiser pode abrir o livro de Malaquias, ajoelhar fazer uma oracao e ler por inteiro, do capitulo 2 ao fim do Livro, o Senhor esta se dirigindo diretamente aos sacerdotes e lideres que sao corruptos, de forma alguma o Senhor esta se referindo aos membros que ja haviam pago o dizimo e muito menos aos membros gentios atuais. Se Joseph Smith estivesse aqui hoje ele certamente nao reconheceria a igreja atual como sendo a Igreja de Cristo que ele restaurou!

    • Muito interessante e relevante o contexto histórico que o irmão trouxe. Gostaria que se possível informasse a fonte, grato.

      • Robert disse:

        Richard S Van Wagoner on Sidney Rigdon biography; Scott F Aulring on An American Prophet; LDS church History on History of Tithing e todas as seguintes fontes e infelizmente a maioria delas nao estao disponiveis em Portugues mas da para copiar no google e traduzir caso vc nao entenda Ingles mas vc parece ser um jovem inteligente que deve saber Ingles.

        6. Robert Gottlieb and Peter Wiley, America’s Saints: The Rise of Mormon Power (New York: G. P. Putnam’s Sons, 1984), 97, 128.
        7. Quinn, Mormon Hierarchy: Origins of Power, 13-14, 59-61, 70-72. Except when otherwise indicated, biographical sketches of all general authorities named in this chapter can be found either in the above book or in an appendix of the present volume.
        8. Donald Q. Cannon and Lyndon W. Cook, eds., Far West Record: Minutes of The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints, 1830-40 (Salt Lake City: Deseret Book Co., 1983), 131; compare to Howard D. Swainston, ‘Tithing,’ in Ludlow, Encyclopedia of Mormonism, 4:1481.
        9. Arrington, Great Basin Kingdom, 134-36, 409.
        10. Meeting of seven members of the Quorum of the Twelve Apostles with English immigrant Joseph Fielding at Nauvoo, Illinois, 31 Nov. 1841, minutes, archives, Historical Department, Church of Jesus Christ of Latter-day Saints, Salt Lake City, Utah (hereafter LDS archives); Arrington, Great Basin Kingdom, 18, and Swainston, ‘Tithing,’ in Ludlow, Encyclopedia of Mormonism, 4:1482, overlooked this as a liberalization of the requirement in the 1838 revelation.
        11. Joseph Smith et al., History of the Church of Jesus Christ of Latter-day Saints. Period I: History of Joseph Smith, the Prophet, and . . . Period II: From the Manuscript History of Brigham Young and Other Original Documents, ed. B. H. Roberts, 7 vols. (Salt Lake City: Church of Jesus Christ of Latter-day Saints, 1902-32; 2d ed. rev. [Salt Lake City: Deseret Book Co., 1978]), 7:251 (hereafter History of the Church). Arrington, Great Basin Kingdom, 18, 428n58, overlooked the double-jeopardy dimension of the epistle’s tithing requirement.
        12. History of the Church, 7:358.
        13. Heber C. Kimball diary, 29 Jan. 1845, in Stanley B. Kimball, ed., On the Potter’s Wheel: The Diaries of Heber C. Kimball (Salt Lake City: Signature Books/Smith Research Associates, 1987), 94; Nauvoo Trustee-in-Trust Tithing and Donation Record, 220-222 (29 Jan. 1845), LDS archives. For the term general bishop and its meaning in early LDS history, see Journal of Discourses, 26 vols. (Liverpool and London: Latter-day Saints’ Book Depot, 1854-86), 22: 34 (O. Pratt/1880); D. Michael Quinn, ‘Evolution of the Presiding Quorums of the LDS Church,’ Journal of Mormon History 1 (1974): 34; Dale Beecher, ‘The Office of Bishop,’ Dialogue: A Journal of Mormon Thought 15 (Winter 1982): 103; Quinn, Mormon Hierarchy: Origins of Power, 69-71.
        14. John E. Page statement at meeting of Strangite high council, Voree, Wisconsin, 6 Apr. 1846, Document 6, James J. Strang Manuscripts, Western Americana, Beinecke Rare Book and Manuscript Library, Yale University, New Haven, Connecticut. For a history of Strang and his schismatic alternative to Brigham Young, see Roger Van Noord, King of Beaver Island: The Life and Assassination of James Jesse Strang (Urbana: University of Illinois Press, 1988).
        15. Hosea Stout diary, 9 Sept. 1851, in Juanita Brooks, ed., On the Mormon Frontier: The Diary of Hosea Stout, 1844-1861, 2 vols. (Salt Lake City: University of Utah Press, 1964), 2:403; Robert J. McCue, ‘Did the Word of Wisdom Become a Commandment in 1851?’ Dialogue: A Journal of Mormon Thought 14 (Fall 1981): 66-77. For enforcement of the Word of Wisdom, see Lester E. Bush, Jr., ‘The Word of Wisdom in Early Nineteenth-Century Perspective,’ and Thomas G. Alexander, ‘The Word of Wisdom: From Principle to Requirement,’ Dialogue: A Journal of Mormon Thought 14 (Fall 1981): 46-65, 78-88.
        16. ‘Notice,’ Deseret News [weekly], 26 Oct. 1854, [3]; Bishops’ meeting minutes, 28 Oct. 1858, LDS archives. Arrington, Great Basin Kingdom, 456n21, argued that excommunication for delinquent tithing was an unfulfilled threat.
        17. John D. Lee diary, 25 Jan. 1868, in Robert Glass Cleland and Juanita Brooks, eds., A Mormon Chronicle: The Diaries of John D. Lee, 1848-1876, 2 vols. (San Marino, CA: Huntington Library, 1955), 2:96.
        18. Journal of Discourses, 13:279 (B. Young/1870).
        19. Leonard J. Arrington, ‘The Mormon Tithing House: A Frontier Business Institution,’ Business History Review 28 (Mar. 1954): 29, and Arrington, Great Basin Kingdom, 137. Larry M. Logue, A Sermon in the Desert: Belief and Behavior in Early St. George, Utah (Urbana: University of Illinois Press, 1988), was a demographic analysis that gave brief discussion of tithing (18, 120).
        20. For example, Journal of Discourses, 15:308 (O. Hyde/1873), 15:359 (O. Pratt/1873), 16:157 (O. Pratt/1873).
        21. Journal of Discourses, 19:337 (E. Snow/1878).
        22. Brigham Young sermon, 8 Oct. 1875, in ‘Semi-Annual Conference,’ Deseret Evening News, 9 Oct. 1875, [2].
        23. Arrington, Great Basin Kingdom, 355.
        24. Journal History of the Church of Jesus Christ of Latter-day Saints (1830-1972), 246 microfilm reels, Special Collections, J. Willard Marriott Library, University of Utah, Salt Lake City, Utah (hereafter cited as Marriott Library), 8 Jan. 1881, 5, quoted John Taylor’s statement about the lump-sum tithing requirement of Utah ‘new comers,’ but did not mention the similar requirement for new converts; George Goddard diary, 8 Jan. 1881, LDS archives, emphasized the lump-sum tithing upon conversion, but did not mention the tithing requirement for new immigrants to Utah; Journal of Discourses, 22:5-16 (J. Taylor/1881), was the church president’s sermon on 9 January 1881 as an addition to his ‘remarks yesterday afternoon, in answer to certain questions which have been put to me in relation to the principle of Tithing.’ This second sermon did not refer to the obligations of tithing upon baptism or emigration to Zion.
        25. Journal History, 8 Jan. 1881, 5; quote from Heber J. Grant diary, 2 Apr. 1881, LDS archives; Journal of Discourses, 22:207-208 (Woodruff/1881); Swainston, ‘Tithing,’ in Ludlow, Encyclopedia of Mormonism, 4:1482. While ‘diary’ is the standardized term I use to identify personal documents with daily entries, Grant kept several different kinds of such records, which must be identified separately in order to locate the quotations.
        26. Richard O. Cowan, The Church in the Twentieth Century (Salt Lake City: Bookcraft, 1985), 16-17; Richard Edgley and Wilford G. Edling, ‘Finances of the Church,’ and Maureen Ursenbach Beecher and Paul Thomas Smith, ‘Lorenzo Snow,’ in Ludlow, Encyclopedia of Mormonism, 2:508, 3:1370; E. Jay Bell, ‘The Windows of Heaven Revisited: The 1899 Tithing Revelation,’ Journal of Mormon History 20 (Spring 1994): 45-83.
        27. Swainston, ‘Tithing’ in Ludlow, Encyclopedia of Mormonism,4:1481.
        28. Presiding Bishopric 1909 cumulative report, 58, LDS archives. Before 1894 the report did not itemize the percentage of tithepayers in the stakes. The PBO did not receive tithing from missions. I calculated those percentages by comparing itemized numbers of tithepayers from 1890 through 1893 with stake membership for those years as contained in Deseret News 1995-1996 Church Almanac (Salt Lake City: Deseret News, 1994), 419.
        29. Journal History, 29 Mar. 1900, 2.
        30. Anthon H. Lund diary, 2 May, 27 June 1901, microfilm, LDS archives, available to all researchers by stipulation of its donor.
        31. William H. Smart diary, 5 Apr. 1910, Manuscripts Division, Marriott Library. Smart was a stake president in Utah.
        32. Presiding Bishopric Office 1909 cumulative report, 58, 1910 report, 32, 1915 cumulative report, 1916 report, 1924 cumulative report, 1925 report.
        33. Presiding Bishopric Office cumulative report for 1915. The rest were ‘exempt’ by reason of being non-wage earning children or adults, impoverished, or full-time missionaries. By this time the PBO reports implied (but did not specifically state) that the itemized figures applied to tithepayers for the stakes only. Each report compared those numbers with the total church membership of stakes and missions. Percentages here consistently reflect the population of the church’s stakes and wards, rather than its missions and branches.
        34. Neil Morgan, ‘Utah: How Much Money Hath the Mormon Church?: A million dollars a day . . . what with tithing, real estate and commerce,’ Esquire, Aug. 1962, 86-91.
        35. Condensed Financial Report to the Corporation of the President (Salt Lake City: LDS Church Financial Department, 12 Apr. 1961) and Condensed Financial Report to the Corporation of the President (Salt Lake City: LDS Church Financial Department, 20 Dec. 1962), copies in LDS archives.
        36. Morgan, ‘Utah: How Much Money Hath the Mormon Church?’ 90.
        37. ‘Income of Mormon Church Is Put at $4.7 Billion a Year,’ New York Times, 2 July 1991, A-14. The headline amount included income from sources other than tithing.
        38. Condensed Financial Report to the Corporation of the President [12 Apr. 1961]; Condensed Financial Report to the Corporation of the President [20 Dec. 1962]; the 1990 dollar amounts were calculated according to the Consumer Price Index for December 1990, as derived from Statistical Abstract; Economic Trends: August 1991 (St. Louis: Federal Reserve Bank of St. Louis, Aug. 1991).
        39. Don LeFevre’s statement in ‘Income of Mormon Church Is Put at $4.7 Billion a Year,’ New York Times, 2 July 1991, A-14.

        Esta na hora de nos membros acordar e comecar estudar as escrituras da maneira correta e sem auxilio de manuais(lavagem cerebral ou condicionamento) para poder entender melhor a vontade do Senhor. Para entender melhor o que esta acontecendo na igreja basta ler o capitulo 8 de Mormon e ver que os avisos de Mormon e Moroni sao direcionados aos gentios dentro da igreja de Cristo.

  7. Ubirajara de Moraes Prazeres disse:

    Nos últimos treinamentos ministrados pela Presidência de Área e pelos Setentas e de que o dízimo deve ser pago de seus rendimentos brutos.

    • Sim estamos cientes disso, por isso trazer a luz a declaração feita pela Primeira Presidência, declaração essa que até o momento não foi refutada por nenhuma outra Primeira Presidência.

    • Robert disse:

      Sinto em te dizer que o manual de treinamento da Primeira, segunda, terceira e quantas presidencias existirem nao estao em harmonia com a palavra revelada por Deus atraves do Profeta Joseph Smith, qualquer assunto sobre o dizimo para os gentios nos ultimos dias se encontra em D&C 119 e vale se lembrar que na versao em Ingles o valor a ser pago deveria ser do” acrescimo anual” e nao da renda liquida ou bruta.

      4 And after that, those who have thus been tithed shall pay one-tenth of all their INTEREST ANNUALLY; and this shall be a standing law unto them forever, for my holy priesthood, saith the Lord.

      A palavra interest em Ingles de acordo com o dicionario Webster edicao de 1828 significa aumento; excedente; mais que o necessario, ganho acima do esperado etc… Os membros da epoca entendiam que o dizimo era para ser pago do lucro anual, se um ano uma pessoa ganhou 30 mil e precisou apenas de 20 mil para o sustento e necessidades de sua familia entao seu lucro anual foi de 10 mil e portanto deveria pagar 10% desse valor, se no ano seguinte ele ganhase 50 mil e tirasse os 20 mil para suas necessidades e de sua familia entao ele deveria pagar 10% de 30 mil e se em algum ano ele gahasse 20 mil e tivesse que usar tudo para sobreviver entao nesse ano ele nao teria que pagar o dizimo. Nao devemos confundir o dizimo com caridade, o dizimo nao tem nada haver com caridade, a caridade e algo que devemos desenvolver e quando vemos pessoas com necessidades nos devemos ajudar, a lei do dizimo nunca foi intencao do Senhor de ser uma carga pesada para os membros quando lemos os seguinte em D&C 119:2

      “2 Para a construção de minha casa e para a colocação do alicerce de Sião e para o sacerdócio; e para as dívidas da Presidência de minha Igreja.

      Fica evidente que o dizimo era para ser usado para 3 coisas:
      1 Construir o templo; iniciar o alicerce de Siao (que por sinal ate hoje ainda nao foi feito) 2 Para ajudar o trabalho do Sacerdocio ( Pregar o evangelho e administrar as ordenancas e 3 Para pagar as dividas da igreja (com tanto que tais dividas sejam aprovadas pelos membros como era feito na epoca de Joseph Smith) Note que nessa revelacao o Senhor nao falou nada sobre ajuda humanitaria; ajuda aos pobres etc… e porque tal trabalho de ajuda aos pobres faz parte de uma lei maior que devemos cumprir sempre. Por isso que devemos pagar o dizimo da forma correta, atualmente os membros estao pagando de forma excessiva e muitos que nem sao requeridos a pagar o dizimo como uma viuva com filhos para sustentar e com um salario pequeno ou uma idosa que vive de aposentadoria etc… Deus e nosso pai e nao um monstro!

      • Wilson Faustino disse:

        @Robert:

        Devemos agora parar de ouvir os profetas de Deus? Os profetas estão enganados em seus conselhos? O que acontece quando povos ou indivíduos tomam essa decisão?

        Todos os que pagam um dízimo honesto sem dúvida veem a mão de Deus sobre sua família. Um dízimo honesto deve ser compreendido conforme instrução no manual geral da Igreja. As janelas dos céus abertas sobre os que pagam um dízimo honesto é real.

        O que faríamos ao ver o pedido de Elias à viúva de Sarepta? O apedrejaríamos? E quanto à viúva, se ela tivesse agido diferente teria presenciado o milagre? Teria passado por essa grandiosa experiência espiritual, fruto de sua fé em Cristo e no profeta?
        (https://www.lds.org/media-library/video/2011-03-071-elijah-and-the-widow-of-zarephath?lang=por&country=br)

        Temos um profeta hoje, tal qual Gordon B. Hinckley, Brigham Young, Joseph Smith, Moisés, Elias, Abraão, Adão e qualquer outro. Cortar o vínculo que nos liga a eles é se colocar em extremo perigo espiritual.

  8. Rogério Sabeh de Castro disse:

    Esse foi um dos melhores debates que já li, e agora que tenho a oportunidade de participar.

    Eu nunca gostei do termo ‘PAGAR DÍZIMO’. Sempre achei que devemos DEVOLVER o DÍZIMO, pois ele não nos pertence. Porém ao adquirir mais entendimento, vi que o termo PAGAR não está equivocado.

    O tema é bastante simples, mas gera polêmica, porque estamos aplicando casos bem específicos a uma regra bem geral. Cada um tem uma situação bem específica, onde a regra geral não detalha.
    Vou dar um exemplo. As vezes costumo ganhar de presente uma quantia em dinheiro. Essa quantia não foi dizimada; então eu devo dar o dízimo desse presente? Ora, fui me aconselhar com líderes experientes no Sacerdócios e estes me disseram que sim. Porém após ponderar, levei a questão para ser refletida entre pessoas que não tinham experiência no Sacerdócio.

    Muitos de nós recebemos presentes de casamento em dinheiro. Alguém já dizimou isso? Eu entendo que presente é um presente. Se você me der uma gravata, eu não vou dizima-la. A pecúnia foi a forma que a pessoa escolheu me presentear.

    Penso que os impostos que pagamos não são uma despesa que concordamos em pagar. Quem concordou? Eu não. O nome do tributo já diz tudo. É uma coisa imposta. Se fosse facultado eu não pagaria, pois sou contra os impostos. Cada um aqui administra o dinheiro muito melhor do que a Administração Pública.

    Outra fator por gerar confusão é que o Dízimo é doutrina de Deus e a Contabilidade é doutrina do homem. Os homens ficam inventando regras e isso a gente tem que ver onde há compatibilidade entre Doutrina verdadeira.

  9. Eu entendi que seja algo entre o Senhor e a pessoa. Se caso alguém acredita que seja o líquido e assim o faz, tudo bem. Já aqueles que acreditam que deve pagar do bruto, pagando 10% de sua renda bruta, tudo bem.

    Agora eu tenho uma pergunta? Quando alguém lhe questiona qual o seu salário, o que você responde?
    Você fala o valor de sua renda bruta ou do valor líquido?
    Então meu conselho é pague o dízimo do valor que você declara.

  10. Rosa Siedschlag disse:

    Muito obrigada por seu post. Foi uma ajuda imensa. Procurei por horas uma resposta para essa dúvida e voce a solucionou. É uma conversa entre Deus e a pessoa. Senti paz ao ler isso. Mais uma vez, muito obrigada.

  11. Marco disse:

    Achei todos os comentários e citações muito interessantes, concluo que realmente deverá ser algo decidido entre o indivíduo e o Pai Celestial.

    OBS: acho que todos os líderes que deram suas respostas, como Elder Holland e Elder Costa, falaram o que colocaram em prática em suas vidas e por isso testificam dessa forma.

    um grande abraço a todos!

  12. marcos Wellington Alves Marchioro disse:

    Sempre tive dúvidas sobre esse assunto. Na dúvida eu sempre paguei do bruto, mas como fomos informados: ” É um assunto entre o membro e o Senhor!”
    Parabéns pela matéria!

  13. Joelmir Martins disse:

    Prezados Amigos:

    Tive o privilégio de participar de uma reunião com o Élder Holland em 2013 onde um dos bispos fez esta mesma pergunta.
    Élder Hollando respondeu com outra pergunta de forma simples e conclusiva: “Você quer receber bênçãos pelo bruto ou pelo líquido?”

    • Joao Vendemiatti disse:

      @Joelmir Martins: Isso se chama Teologia da Prosperidade e é uma apostasia. A benção do dizimo não será maior ou menor pela quantidade que se devolve ao Senhor. Nosso salário não é nossa renda, pois uma parte dele pertence ao governo. Há pequenos empresários que muitas vezes pagam mais imposto do que ele recebe de lucro particular. O Senhor requer 10% de nossa renda, nem mais, nem menos.

  14. Rarafá M. Ferreira disse:

    No Manual do Aluno de Doutrinas e Convênios (Página 293, Seção 119, Tradução de 1986) o Élder John A. Widtsoe é direto em definir a forma correta de se calcular o dizimo a ser dado ao Senhor. Vejam suas palavras: “O dízimo significa um décimo. Aqueles que pagam menos não pagam realmente um dízimo; são simples contribuintes da causa do Senhor nestes últimos dias. O dízimo significa um décimo da renda, lucro ou juro que a pessoa ganha. O negociante deve pagar o dízimo do lucro líquido de seus negócios, o fazendeiro sobre o lucro líquido de suas vendas, e os assalariados sobre o seu ordenado. Com os noventa por cento restantes ele deve pagar suas despesas mensais, impostos e poupanças. Deduzir as despesas, impostos e outros gastos semelhantes e pagar o dízimo do que restou não equivale ao que o Senhor diz em mandamento. Dessa forma, muitas pessoas não teriam base para calcular o dízimo, porque não haveria dinheiro que sobrasse depois de pagas as despesas. Realmente, não há o que debater sobre este assunto. O dízimo deve ser pago baseando-se no total total dos lucros ou no salário integral. Se a natureza dos negócios requer uma interpretação especial para o pagamento do dízimo, deve-se consultar o bispo da ala.”

    • Obrigado pela citação, somente gostaria de dizer que o Elder John A. Widtsoe do quórum dos doze apóstolos, faleceu em 29 de novembro de 1952, a carta da Primeira Presidência foi enviada posterior a sua morte, 1970. Volto a reafirmar no artigo não estamos dizendo como deve ser feito, somente traduzindo-se material que não está disponível em português, os quais podem ser lidos do original em inglês nos link de referência.

      • Rarafá M. Ferreira disse:

        @Leandro Ginatto: O fato da citação do Elder John A. Widtsoe ser anterior a carta de 1970 não invalida os argumentos deste líder. Até porque tanto a carta como a citação dizem as mesmas coisas. As cartas da primeira presidência por serem direcionadas ao mundo inteiro devem ter um caráter literário próximo as das Leis para que não se deixe margem a interpretações diversas. Veja também que esta citação do Elder Widtsoe foi incluída no Manual de Doutrinas e Convenios pelo Departamento Curricular da Igreja posterior a 1970. Ou seja, A Igreja a ver como válida mesmo após a carta de 1970.

        • A carta diz que a compreensão de renda é pessoal entre o individuo e o Senhor e ninguém mais já a citação em questão é uma definição de renda. O propósito do artigo não é entrar no mérito se entre bruto e líquido, há um certo e consequentemente outro errado; mas trazer a luz em nossa língua portuguesa material que somente estava disponível em inglês. Mas se a Primeira Presidência declarou que a definição deve ser buscada por oração e fazer assim o que nos dá paz no coração, por que negar esse privilégio a todos? Tal discussão me lembra muito a que muitos pregam sobre bebidas a base de cola.

        • Rarafá M. Ferreira disse:

          @Leandro Ginatto: No título do artigo foi nos feito o convite de deixarmos nossa resposta a pergunta nos comentários. É o que estou fazendo. ☺Para entendermos as razões do que está escrito na carta de 1970 é preciso entrarmos na pele de quem a escreveu. O motivo deste trecho esta lá com certeza nao é para tratar desta controvérsia de bruto ou liquido. Espalhado por este mundo existem diversos tipos de renda que alguem pode obter. Salário é apenas uma delas. E em se tratando de salário eu posso te afirmar que qualquer assalariado que perguntar ao Senhor qual é a sua renda a resposta sempre será o seu salário bruto. Os impostos que pagamos é uma despesa que concordamos em pagar para viver na sociedade em que vivemos e ter acesso aos serviços publicos e vantagens inerentes.

        • Joao Vendemiatti disse:

          @Rarafá M. Ferreira: não não é. O proposito do imposto é fazer a maquina publica funcionar. Nada tem a ver com bens e serviços fornecidos pelos Estado. Para esses bens e serviços existe as TAXAS e TARIFAS e destas, nenhuma é dedutível do salário bruto do contribuinte. Posso te afirmar se qualquer pessoa orar a Deus para perguntar se do Bruto ou do Liquido, Ele vai responder o que respondeu no Manual, a pessoa quem decide. Ninguém “concorda” com o imposto, ele é obrigatório e coercitivo. E não fale bobagens, por favor. Ao contrário do que acontece nos EUA e em outros países, o DIZIMO é dedutível do imposto de renda, o que não acontece aqui no Brasil. Então ao invés de pagar o imposto pro governo, é possível retirar a parcela do dizimo, o que não pesa na renda liquida do contribuinte de lá. Diferente daqui do Brasil.

        • Rarafá M. Ferreira disse:

          @Joao Vendemiatti: Prezado Irmão, me impressiona a fúria com que quer incutir uma doutrina falsa entre os membros da Igreja. Os impostos existem para fazer funcionar a sociedade em que vivemos. A máquina pública é uma máquina cujo objetivo é manter a sociedade com os serviços de que ele necessita. É, a grosso modo, a taxa condominial que pagamos para viver e usufruir das benesses do país. A contribuição para a previdência social é um seguro que o trabalhador Brasileiro paga para ter acesso a beneficios, dentre eles a aposentadoria. Você imagina que tamanho teria o manual da Igreja se nele contivesse explicação detalhada de cada fonte de renda? Esta citação do manual para se perguntar ao Senhor está lá para as questões mais complexas de renda. Não esta do salário. Nós concordamos sim com o imposto, quem não concorda vai pro meio do mato morar em uma caverna e viver de caça e pesca e caso essa pessoa queira viver o mandamento do dizimo ela deverá perguntar ao Senhor o que para ela neste caso é renda e entregar 10% ao Senhor.

        • O que o irmão define como doutrina falsa? Pois ao fazer uma acusação dessa deve apresentar sua base, pois ao meu ver tal acusação está relacionada com o conteúdo do artigo em questão, o qual venho repetidamente clamando que vejam as fontes, site oficial da igreja.

          Venho dizer que aguardo primeiramente um comentário seu a está questão. Pois ir contra as palavras da Primeira Presidência quem tem feito é o irmão, ao pregar uma definição.

  15. Piter Machado disse:

    Adorei o post!
    Gosto quando o site aborda assuntos que são polêmicos entre os membros da igreja. Não tem nem 3 meses que essa pergunta foi assunto de debate na nossa aula do quórum de élderes, e um comentário feito por um irmão foi a pergunta “você quer ser abençoado sobre o bruto ou o líquido?”.
    É claro que a quantia (a nível de quanto dinheiro) não faz diferença aos olhos de Deus mas sim o coração e sacrifício. Mas é um ponto de vista a se ponderar.
    Infelizmente, já vi líderes do sacerdócio pregarem no púlpito da igreja que é sobre o bruto hahaha espero que hoje saibam que não se deve fazê-lo!
    Por favor, postem assuntos assim com maior frequência e eu ajudo a divulgar.

  16. Eduardo de Araujo disse:

    Acho um assunto difícil de se tratar, mesmo porque respeito muito este Blog…
    Sou Presidente da Estaca de Birigui e sempre houve muitas dúvidas a repeito do assunto em minha estaca, mandei um e-mail para Elder Costa, presidente da área, a resposta dele foi…
    “Aposentado e empregados pagam sobre o Bruto, Empreendedores pagam sobre o Prolabore, é algo muito simples presidente”
    Vale lembrar que, rendimentos, na nomenclatura jurídica e… em nossos próprios holeriths refere-se a parte Bruta salarial, assim como no imposto de Renda..
    Qual culpa que tem o Senhor que nossa carga tributária no Brasil é alta ? Quem fica com o prejuízo dos impostos pagos, nós ou o Senhor ? Um abraço ao autor, desculpa ser do contra, mas mesmo assim sou fã deste Blog 🙂

    • @Eduardo de Araujo: Obrigado pelo comentário. Gostaria somente de ressaltar que no artigo não dizemos se deve ser do bruto ou liquido, na realidade o artigo predomina traduções de respostas a esta pergunta, encontradas no site da igreja em inglês. Veja:New Era, Do I pay tithing on my income before taxes are taken out or on what I receive after taxes? Todas as respostas são baseadas na carta da Primeira Presidência, em 19 de março de 1970 (carta esta que o manual 1, 2010, faz referência), a qual diz que o membro tem o direito de fazer a sua própria decisão.

    • Joao Vendemiatti disse:

      @Eduardo de Araujo: Boa tarde Eduardo. O Elder Costa falou a opinião pessoal dele, mas ela está errada. Se fosse tão simples ele não teria errado a te orientar não é mesmo? O manual é bastante claro quanto ao assunto e o Leandro também deixou claro, o dizimo deve ser pago pelo que a pessoa entende que é sua renda, entre ela e o Senhor. Ao deduzir o imposto de renda e outras contribuições obrigatórias, o que sobra do salário é o que a pessoa recebe para sobreviver. Se ela considera esse montante o seu salário e paga dizimo desse montante, ela é uma dizimista integral. Se ela considera que o bruto é a renda dela, ela paga desse valor. É algo entre a pessoa e o Senhor e nenhum líder tem autonomia para dizer um ou outro. O que existe são opiniões pessoais, so que podemos na condição de líder manipular a pessoa a pagar pelo liquido ou pelo bruto, como o comentário do irmão acima dizendo “vc quer receber bençãos pelo bruto ou pelo liquido?”. Isso é apostasia e remete à Teologia da Prosperidade, pregada por algumas religiões evangélicas. Os impostos não dedutiveis do dizimo são os impostos sobre mercadoria, bens e serviços (ISS, IPI, II, IE, ICMS etc, porém impostos como FGTS, INSS, Imposto de Renda, contribuição sindical etc que são obrigatórios por conta do tipo de atividade laborativa do empregado, não precisam ser somados ao montante do dizimo. Não faz muito sentido pagar ao Senhor 10% de um dinheiro que não nos pertence.

  17. Edvaldo de Oliveira Melo disse:

    Esse tipo de questão, ao meu ver, é uma desculpa para não pagar um dízimo honesto. O dízimo é uma questão de fé e sacrifício, sendo assim, tem que ser do bruto, até porque pessoas poderiam agir de má fé. Vou dar um exemplo: a pessoa recebe um salário de R$ 2.000,00. Tem desconto de pelo menos R$ 180,00 de INSS. Outros descontos fica por conta empresa. Se a pessoa usa financiamento consignado, por exemplo e fosse descontado R$ 100,00. No total, seu rendimento líquido seria de R$ 1.720,00. E aí a pessoa paga R$ 172,00, porque interpretou que é do líquido. Eu não me lembro onde eu li, que tem uma explicação bem simples e lógica. Basta apenas mudar a vírgula para a esquerda, ou seja, se o salário é de R$ 2.000,00, o dízimo é de R$ 200,00. O dízimo não tem variação. São 10% e pronto. Não são 9.99% ou 10,01%. Tem gente que arredonda os centavos. Não está correto. A minha sugestão é que nesse caso, a diferença seja adicionada para outra oferta. Por exemplo: digamos que o dízimo fosse de R$ 122,39. Eu daria uma oferta ou outra coisa, de R$ x,61. O que causa dúvida é que nos EUA, o pagamento é baseado no anual, mas no Brasil, nosso salário pode variar (e como varia!). O ideal é ter uma planilha para ajudar, pois fica mais fácil visualizar os rendimentos. Na minha humilde opinião, pois não quero ser mal interpretado, o pagamento é em cima do bruto, pois do contrário, seria muito fácil pagar o dízimo. E falando matematicamente, só o milagre do pagamento do dízimo para fazer nossos salários serem suficientes para pagarem a conta e eu testifico que isso é possível.

    • Muito obrigado pelo seu comentário. Mas acredito que o irmão não entendeu as respostas que foram dadas referente ao ensino, as quais dizem que não devemos pregar, ensinar, se é do bruto ou liquido; se alguém for definir isso será a Primeira Presidência, a mesma autoridade que determinou que essa resposta é uma questão entre o indivíduo e o Senhor. Caso tenha alguma dúvida quanto a tradução ou fonte do material pode pesquisar nos links de referências.

      Quanto ao arredondamento de centavos tenho a mesma pratica que o irmão. Mas o Elder Hales, quando era do Bispado Presidente, disse que se formos errar no dízimo que seja para o lado do Senhor, o que justifica os que arredondam os centavos. Porém aos olhos do Senhor, quem arredonda os centavos não são melhores que os que fazem com precisão.

      O dízimo nunca deixará de ser um mandamento de sacrifício, portanto ele não seria mais fácil. Convido ao irmão, antes de continuar ensinando que o dízimo deve ser pago do bruto, que leia novamente a carta de 19 de março de 1970, leia em inglês. O ensinamento que tenho é que quando alguém me perguntar a questão aqui proposta, devo ensina-la a procurar em oração uma resposta. E uma vez que vc compreenda, que cumpra o mandamento pagando 10% de dízimo.

    • Joao Vendemiatti disse:

      @Edvaldo de Oliveira Melo: Dizimo não é uma questão de fé e sacrificio maior do que os outros mandamentos. Vc não vai dar 90% de dizimo e sobreviver com 10% e achar que ao se sacrificar mais será mais abençoado. Dizimo é 10% (décima parte). Simples assim. Aumentar suas dividas ou diminuir sua qualidade de vida, muitas vezes comprometendo até a saúde, para pagar acima do que seria o real valor do dizimo, não vai fazer ninguém ser mais abençoado.

  18. Rodrigo Facio disse:

    Muito bom! Aqui não temos essa polêmica, mas já ouvi casos de algumas estacas e líderes entrarem nesta questão. Como foi dito nas declarações, ninguém está autorizado a falar se o dízimo vem do bruto ou do líquido. Está lá, bem claro, que deve ser pago do rendimento anual. Cabe cada um buscar conhecimento para fazer o que é estabelecido pelo Senhor.

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